Denpasar: templos e a memória de Bali
Mais a capital administrativa de Bali do que um destino turístico em si, Denpasar é frequentemente atravessado rapidamente por quem se dirige às praias da ilha, ignorando um centro que na verdade preserva monumentos e museus essenciais para compreender a história balinesa.
O tráfego urbano, entre os mais intensos da ilha, torna conveniente uma scooter ou motorista privado por todo o dia.
O Monumento Bajra Sandhi, em forma de sino ritual hindu, conta através de múltiplos níveis internos e dioramas a história de Bali desde a pré-história até a independência indonésia em 1945.
A Praça Puputan, um amplo espaço verde no coração da cidade, tira seu nome do suicídio ritual coletivo pelo qual a corte real balinesa escolheu a morte em vez de render-se às tropas coloniais holandesas em 1906.
O Templo Pura Jagatnatha, dedicado à suprema divindade hindu-balinesa Sang Hyang Widhi, destaca-se pelo alto trono de pedra esculpida que domina o pátio central, sempre aberto a visitantes respeitosos do culto em andamento.
O Museu Bali, o mais antigo da ilha, reúne máscaras cerimoniais, têxteis e instrumentos tradicionais em edifícios construídos no estilo arquitetônico dos palácios reais balineses.
A Praça Puputan leva o nome de uma tragédia colonial que o resto de Bali, focado em praias, raramente se detém para considerar.
Denpasar, precisamente por isso, permanece talvez o melhor lugar da ilha para entender o que havia antes dos resorts — e a que preço a ilha atravessou o século passado.
Passeios guiados e experiências em Denpasar
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