Orlando além dos parques: lagos e arte
A capital mundial dos parques temáticos, Orlando esconde atrás da Disney e Universal um centro menos conhecido feito de lagos, jardins e uma coleção de arte surpreendentemente grande para seu tamanho.
Aqueles com apenas algumas horas antes ou depois dos parques ainda encontram muito para ver no centro.
O Lake Eola Park, um lago artificial no meio do centro da cidade, é contornado em um passeio de aproximadamente uma hora, entre cisnes brancos residentes há décadas e pedalinhos em forma de cisne para alugar.
O Museu de Arte de Orlando, aberto em 1924, exibe arte africana, arte americana contemporânea e civilizações pré-colombianas em um edifício Art Déco entre os mais antigos da cidade.
Os Jardins Harry P. Leu, aproximadamente cinquenta acres de jardins botânicos com vista para um lago, abrigam uma das maiores coleções de camélias do leste dos Estados Unidos, além de um museu de casa do início do século vinte.
O distrito de Winter Park, uma cidade satélite anexada à periferia de Orlando, oferece galerias de arte, um passeio de barco entre os canais dos lagos conectados e os mosaicos Tiffany do Museu Charles Hosmer Morse.
Quem vem a Orlando apenas pelas montanhas-russas dificilmente imagina cisnes presenteados de Rotterdam ou vitrais Tiffany em um museu satélite: a cidade se sustenta também fora dos parques temáticos.
Lake Eola, bem no meio de tudo isso, permanece o ponto em que os dois Orlando — o dos turistas e o dos residentes — terminam se cruzando.
Passeios guiados e experiências em Orlando
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