Transportadora para animais: o que verificar antes do voo
As regulamentações da IATA sobre o transporte de animais vivos exigem que a caixa de transporte tenha aberturas de ventilação em pelo menos três lados: uma especificação técnica precisa, não uma indicação genérica de conforto.
Dimensões: espaço para virar, ficar de pé e deitar
O animal deve ser capaz de virar-se completamente, ficar de pé e deitar-se sem tocar as paredes da caixa de transporte: este é o critério básico exigido para o transporte de animais vivos, mas as dimensões máximas permitidas na cabine variam de uma companhia aérea para outra e devem sempre ser verificadas especificamente antes da compra.
Ventilação: o requisito de três lados
As Regulamentações IATA de Animais Vivos exigem aberturas de ventilação em pelo menos três lados da caixa, para uma superfície ventilada total de pelo menos 16% da superfície total: um requisito de segurança aplicado de forma rigorosa para o transporte no porão e exigido de forma equivalente também para modelos usados na cabine.
Material: rígido para porão, macio aceito na cabine
Para o porão, geralmente é exigida uma caixa de transporte rígida de plástico ou fibra de vidro, com porta e fechos de metal; na cabine, no entanto, muitas companhias aéreas também aceitam modelos macios, desde que atendam às dimensões máximas previstas para o espaço sob o assento da frente. Para regulamentações específicas sobre o transporte no porão, consulte também nosso guia sobre animais no porão.
Rodas e trava de segurança
Quando presentes, as rodas geralmente devem ser removidas ou travadas com fita adesiva para o transporte no porão—uma precaução de segurança relacionada ao manuseio mecanizado da bagagem. Vale a pena testar o sistema de trava de segurança várias vezes antes da partida: uma trava que se abre acidentalmente durante o transporte é um dos riscos mais sérios a evitar.
A dica mais útil é verificar as especificações exatas (dimensões, ventilação, material) diretamente no site da companhia aérea escolhida, pois os limites aceitos mudam de um transportador para outro, mesmo com as mesmas regulamentações gerais da IATA.
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