Voar com a Gulf Air: frota renovada, rotas a partir do Bahrein e o que esperar a bordo
Voar com a Gulf Air: frota renovada, rotas a partir do Bahrein e o que esperar a bordo

Voar com a Gulf Air: frota renovada, rotas a partir do Bahrein e o que esperar a bordo

A Gulf Air é a companhia de bandeira do Bahrein, fundada em 1950 e controlada pelo fundo soberano Mumtalakat, com hub no aeroporto internacional do Bahrein. Nos últimos anos, passou por uma profunda renovação da frota, buscando se reposicionar como alternativa de alto padrão entre as grandes companhias do Golfo em rotas para a Europa, o Sul da Ásia e o subcontinente indiano.

História e posicionamento

A Gulf Air é a companhia de bandeira do Bahrein, fundada em 1950 e controlada pelo fundo soberano Mumtalakat. Nos últimos anos, passou por um profundo reposicionamento estratégico, com o objetivo de se tornar uma alternativa de alto padrão entre as grandes companhias do Golfo, sem competir diretamente em volume com a Emirates ou a Qatar Airways, apostando, em vez disso, em uma malha mais focada na Índia, no Paquistão e no Oriente Médio.

A frota

A renovação da frota trouxe os Airbus A320neo e A321neoLR para as rotas regionais de curto e médio alcance e o Boeing 787-9 Dreamliner para as ligações intercontinentais, substituindo progressivamente os A330 e os A321ceo da geração anterior. As novas cabines incluem uma classe executiva renovada no Dreamliner, com poltronas e entretenimento de bordo claramente superiores aos da frota que está saindo.

A bordo e serviço

O serviço de cabine reflete a ambição de alto padrão da companhia: catering cuidadoso, tripulação bilíngue árabe-inglês e um produto de classe executiva competitivo em relação ao preço cobrado, sobretudo nas rotas para o subcontinente indiano, onde poucos concorrentes oferecem padrões comparáveis a tarifas semelhantes.

Rotas e malha

A malha cobre o Golfo, o Oriente Médio, a Europa e uma ampla rede para a Índia e o Paquistão, mercado historicamente central para a companhia devido à forte presença de trabalhadores sul-asiáticos no Golfo. O Bahrein funciona como hub de trânsito, ainda que com uma rede de destinos mais contida do que a dos grandes hubs concorrentes da região.

O que os passageiros apreciam

  • Cabines novas nos Dreamliner e A321neo, com poltronas e entretenimento de bordo considerados claramente superiores aos da frota anterior.
  • Franquia de bagagem geralmente mais generosa do que a de alguns concorrentes regionais de baixo custo.
  • Classe executiva apreciada pela relação custo-benefício nas rotas para o subcontinente indiano.

O que ainda pode melhorar

  • Conexões no Bahrein com tempos de transferência às vezes apertados nos horários de pico.
  • Atendimento ao cliente por telefone com longos tempos de espera em caso de alteração de reserva.
  • Rede de destinos ainda mais reduzida do que a dos grandes hubs concorrentes do Golfo, com menos opções de roteamento alternativo em caso de problemas.

A Gulf Air é uma boa opção para quem voa para a Índia, o Paquistão ou o Oriente Médio e quer um produto de bordo moderno sem pagar o prêmio das maiores companhias do Golfo. É menos indicada para quem precisa de roteamentos alternativos flexíveis em caso de imprevistos, já que a rede de destinos continua mais contida.

Se você reservar um voo com conexão no Bahrein, confira o horário da conexão com uma margem de pelo menos duas horas: nos picos de movimento, o deslocamento entre portões pode levar mais tempo do que o previsto.

gulf air companhias aéreas voos bahrein frota dreamliner gulf air

Pode interessar-lhe...